sexta-feira, 30 de abril de 2010

Paródia – Sociologia

(Camisa e o Botão – Babado Novo)

A industrialização do Brasil

eu vou lhe mostrar

É fácil entender, fácil explicar e fácil de falar!

Que é dividido em quatro períodos

Preste atenção, que eu vou lhe passar,

A primeira divisão é proibição

Que fazia restrição ao desenvolvimento

Começaram a crescer

As indústrias pra valer

A de tecido e a de ferro

Apesar das distancias

Com a chegada da família real

Ocorreram varias mudanças no sentido industrial

Com a abertura de portos e comércios

E as várias taxas sobre os produtos

Os capitais foram aplicados no setor industrial

A cafeicultura estava em pleno vapor

Mais o que mas cresceu foi a industria têxtil

vários conflitos ocorreram

Primeira guerra mundial

Segunda guerra mundial

Apesar de toda crise o Brasil cresceu

E o tempo passou

E o Brasil evoluiu

Criando infra-estrutura no setor industrial

Coma criação de indústria de base e de energia

na sua ótima fase

Problemas grandes surgiram

Que implicaram e impediram

O crescimento do Brasil

Na exploração

Do nosso petróleo no setor global,

Setor global

Sustentabilidade e crescimento

tentamos buscar

Bora Brasil vamos crescer

Enfrentar ou padecer

Somos potencia mundial

Fazemos o diferencial

A consciência moral

Desde o inicio, Kant tinha a forte impressão de que a diferença entre o certo e o errado tinha de ser mais do que uma questão de sentimentos. Nesse ponto ele concordava com os racionalistas, para quem a diferenciação entre o certo e o errado era algo inerente a razão humana. Todas as pessoas sabem o que é certo e o que é errado; e não o sabem por que aprenderam, e sim por que é algo inerente á nossa razão. Kant acreditava que todos os homens possuem uma razão prática, que diz a cada um o que é certo e o que é errado no campo moral. A capacidade de distinguir certo e errado é tão inata quantas todas as propriedades da razão. Todas as pessoas entendem os acontecimentos do mundo como causados por alguma coisa de todos têm também acesso ás mesma lei moral universal. Esta lei moral tem a mesma e absoluta validade das leis do mundo físico. Ela é tão basilar para nossa vida moral quanto é fundamental a nossa razão do fato de que tudo possui uma causa, ou de que sete mais cinco são doze.

A lei moral vale para todas as pessoas, em todas as sociedades, em todos os tempos,. Ela não diz, portanto o que você deve fazer nesta ou naquela situação. Ela diz como você deve se comportar em todas as situações. – Kant formula sua lei moral como um imperativo categórico. Ela é uma “ordem”, portanto, e também inevitável.

De acordo com Kant, primeiro devemos sempre agir de modo a podermos desejar que a regra a partir da qual agimos se transforme numa lei geral. – Quando faço alguma coisa, preciso estar certo de que posso desejar que todos os outros façam a mesma coisa na mesma situação. Dessa maneira estarei agindo em consonância com a lei moral interna. Kant formulou o imperativo categórico de modo ao que nós tratemos as outras pessoas sempre como um fim em si mesmo, e não como um simples meio para se chegar a outra coisa. Não devemos, portanto, “usar” as outras pessoas em proveito próprio. – “““ Isto lembra um pouco a “regra de ouro”:” não faças para os outros aquilo que não desejas para ti”.

Esta é uma diretriz formal que compreende basicamente todas as possibilidades de escolhas éticas. Podemos dizer que esta regra de ouro expressa, de certa maneira, o que Kant chamou de lei moral. Quando Kant descreve a lei moral, o que ele descreve é a consciência humana. Não podemos provar o que a consciência diz, mas sabemos o que ela diz. O que se pode chamar de ação moral tem de ser o resultado do esforço em superar-se a si mesmo. Só quando você faz alguma coisa por considerar seu dever seguir a lei moral é que você que pode falar de uma ação moral. Por isso é que a ética de Kant também é freqüentemente chamada de ética do dever.

Exemplo: posso considerar um dever conseguir dinheiro para os que não têm o que comer ou onde morar. Mas o importante é que você o faça porque considera isso certo. Mesmo que o dinheiro que você conseguiu ajuntar se perca a caminho e jamais chegue a saciar a fome daqueles a quem se destinava, ainda assim você seguiu a lei moral. A sua atitude estava correta e a atitude correta é para Kant decisiva para que possamos chamar algo de moralmente correto, não as conseqüências da ação. Por isto é que também chamamos a ética de Kant de ética de atitude. (Jostein Gaarder- O mundo de Sofia).

Rosemary Bassul Bonelle, Funcionária pública:

É tudo que é moral, que é digno, é cumprir seu papel de cidadão. Ter uma postura diante da sociedade, respeitando o próximo, pois o direito de cada um começa quando termina o do outro.”

Max Citty, Presidente da Câmara Municipal:

É fazer o que é correto, direitos abaixo do homem e da lei de Deus”

Joerval Abrahão Vargas, Diretor legislativo:

No meu entender é fazer o bem sem olhar a quem. É servir desinteressadamente, é desenvolver o aspecto do seu eu intelectual e moral.”

Maria Das Graças Das Silva Vieira, Assistente de serviços gerais:

“Consciência dos atos, atitudes e comportamento, ser digno, levar uma vida honesta e ter consciência que você é dono de suas atitudes.”

Arleandra, Ana Caroline, Ellen, Gabrieli, Ramon, Yan.

Grupo Sophia - 2°B

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Filosofia

Entrevista do Senso Comunitário

1) O que você entende por Senso Comunitário?

R: É quando você pensa como um todo, em todos da comunidade.

2) Como seria a sociedade se as pessoas tivessem só pensamentos individualistas?

R: Hoje em dia a sociedade não pensa muito em todos, mais existem pessoas que fazem a diferença.

3) A política de hoje exerce o Senso Comunitário?

R: Com certeza não. Os políticos pensam neles, e se eles pensassem em todos o nosso país melhoraria.

4) No bairro em que você mora tem alguma pessoa que se importa com todos?

R: Sim. O presidente do sindicato dos moradores.

5) Na sua família tem alguém que se opôs ao pensamento comunitário?

R: Não. Minha família é bem certa nesses aspectos.

Sociologia

Artesanato em Piúma.


Limites territoriais de Piúma






Mapa de Piúma:



LEGENDA DO MAPA:
em verde Macrozona rural
em azul Macrozona Urbana Balneária
em amarelo Macrozona Urbana consolidada
em laranja Macrozona de expansão Urbana


Piúma faz limites territoriais com Anchieta ao norte, Itapemirim ao sul, Iconha e Rio Novo ao Oeste e a Leste o Oceano Atlântico.

Obs.: o Monte Aghá não pertence a Piúma e sim a Itapemirim.

Relações de Trabalho - Patrão

Entrevista com Heliomar José Goltara, dono do material de Construção GOLTARA.




Relações de Trabalho - Empregado

Entrevista feita com Davi Brito Reinoso, empregado da empresa Fishes Brazil.