sexta-feira, 28 de maio de 2010

Filosofia

Platão e sua visão Política

A moral do homem platônico é uma moral sobretudo política. Este tipo de concepção de Platão se deu devido o fato de sua juventude ter sido marcada pelo Fenômeno conhecido como "polís", ou seja, o homem para Platão é o cidadão, que vive e participa da sociedade política.
Portanto a política sempre ocuparia um lugar de destaque na vida do filósofo: "... passei por experiência comum a muitos e me decidi firmemente a uma coisa: apenas em condição de dispor da minha vontade, logo dedicar-me à vida política".
O contexto em que viveu Platão foi um contexto onde a corrupção, não somente na cidade de Atenas, mas em todas as cidades do mundo grego. Este tipo de corrupção aliado a uma injustiça crescente da vida política de Atenas contribuíram para que Platão fomentasse dentro de si o desejo de propor uma nova forma e concepção política, onde a justa medida, governasse a vida de todos os cidadão da pólis.
O estopim para o caminho do amadurecimento político da filosofia de Platão se deu sem dúvida nenhuma, após o episódio da morte de seu mestre Sócrates. Este fato coloca Platão diante de um dilema, se os governantes mataram aquele que era o mais justo, ou pelo menos aquele que possuía um diferencial significativa em relação aos outros cidadãos, quem então poderá ser considerado um administrador dignos e que não seja corrupto?
Platão começa a pesquisar e observar as ações das pessoas no cenário político, evidenciando assim, todo o quadro de complexidade que envolve a administração da pólis.
A nova política platônica e o novo Estado deverão ter seu instrumento na filosofia, porque ela representa o único caminho seguro de acesso aos valores de justiça e de bem, que são o fundamento verdadeiro de toda política autêntica e, portanto, do verdadeiro Estado.
Platão por isso, em Górgias não hesita e põe na boca de Sócrates este desafio:- "Eu creio que estou entre os poucos atenienses, para não dizer o único, que tentam a verdadeira arte política, e o único entre os que agora vivem que a exercita .



Platão e sua visão Política

Entrevista

Pergunta :
* Quais as suas perspectivas para as eleições desse ano ?

Entrevistados :

( feminino , solteira , 20 anos. )
R: Bom , espero que sejam as melhores possiveis porque esse Brasil ta precisando.

( Masculino , solteiro , 17 anos. )
R: Eu acho que será diferente por que as promessas estão sendo tantas que agente começa a acreditar e a botar fé .

( Feminino , casado , 32 anos. )
R : Acho que será a mesma coisa. Promessas , promessas e nenhum cumprimento. Esses politicos são todos demagogos safados que não estão nem aí pra nada .


Conclusão:

COncluímos então que se todos politicos seguissem o pensamento de platão o nosso País estaria bem melhor , mas que tambem não adianta só criticarmos sem procuramos melhorias nos reenvindicando , cada um tem que fazer sua parte e levar a sério por que oque esta em jogo é o nosso país e o que ficará para nosso futuro .

Componentes:

João Fernando Ávila
Landressa Germano
Lucas Pereira
Tatiana Senna

2°B

Geografia

O Turismo na Região Nordeste

O imenso litoral com praias belíssimas - muitas intocadas - que são somente comparadas às do Mar do Caribe, colocam o turismo na região Nordeste do Brasil entre as principais rotas no mundo, milhões de turistas desembarcam nos modernos aeroportos nordestinos. Há alguns anos os estados vêm investindo intensamente na melhora da infra-estrutura, criação de novos pólos turísticos, e alguns no desenvolvimento do ecoturismo. O ecoturismo ainda é pouco "explorado" no Nordeste, mas tem grande potencialidade. Ainda assim, dentre os dez principais destinos eco turísticos brasileiros, aparecem quatro paisagens localizadas na região Nordeste do Brasil, onde é possível escolher entre ilhas (Arquipélago de Fernando de Noronha em Pernambuco), dunas (Lençóis Maranhenses no Maranhão), mata atlântica em alto relevo (Chapada Diamantina na Bahia) e arqueologia na caatinga (Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí).








Componentes:
João Fernando Ávila
Landressa Germano
Lucas Pereira
Tatiana Senna

2°B

quinta-feira, 20 de maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010



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A política e o cotidiano

“Se a política faz parte de nossa vida, estando presente em todas as relações sociais, por que essa forma de vivência não é consciente em nosso cotidiano? Por que a participação política do indivíduo é tão limitada ?
Em parte, podemos entender essas quetões ao considerar as condições modernas da política. Em geral, a forma de governo dos Estados modernos é a democracia representativa, caracterizada pela constituição de poderes autônomos entre si (executivo, legislativo e judiciário), organizados com base na ordem jurídica instituída (Constituição, leis, etc.) pelo exerecício do voto secreto e universal e pela ação dos partidos políticos, que expressam a diversidade de pontos de vista sociais.
Nesse contexto, a participação política dos indivíduos parece limitar-se à escolha dos representantes para os cargos eletivos entre os candidatos de vários partidos. A ação política parece concentrar-se no Estado, na estrutura institucional e na atividade dos políticos eleitos pela sociedade. Estes, declaradamente ou não, representam os interesses de grupos sociais: há políticos que se empenham na defesa dos direitos civis, na ampliação dos espaços de participação política e no respeito à coisa pública, agindo com dedicação e transparência. Mas nem todos são assim. Há também os que se dedicam aos favorecimentos. Confundem o espaço público com o privado, ao utilizar-se do poder que lhes foi delegado para beneficiar grupos particulares.”

Fonte: “Para filosofar – Varios autores”
Estratificação Social
  • O que é?
    Estratificação social, indica que existe diferenças, desigualdades entre pessoas de uma mesma sociedade. Mostra a existência de grupos de pessoas que ocupam posições diferentes.

  • Tipos de Estratificação:
  1. Estratificação econômica - baseia-se na posse de bens materiais, faz com que haja a existência pessoas ricas, pessoas em situação intermediária e pobres.
  2. Estratificação política - baseia-se na situação que demanda a sociedade, os grupos que têm poder e os que não têm.
  3. Estratificação Profissional - baseia-se nos diferentes graus de de importancia atribuidos a cada profissional pela sociedade.

Alguns dos exemplos são: As castas (Indianas) , Estamentos (Sociedade feudal da Europa) e as classes sociais (sociedade capitalista).


(Testo tirado da apostila de Sociologia do 2º ano
Eixo: Trabalho, cidadania, fé, vida e sociedade.
Pág: 14)










Philos: 2° B
Taiana, Gleubiane, Julianny, Iago, Luan, Allberty e Kathlen.


sexta-feira, 14 de maio de 2010

FUSOS HORÁRIOS

FUSOS HORÁRIOS


Os fusos horários, também denominados zonas horárias, foram estabelecidos através de uma reunião composta por representantes de 25 países em Washington, capital estadunidense, em 1884. Nessa ocasião foi realizada uma divisão do mundo em 24 fusos horários distintos.
A metodologia utilizada para essa divisão partiu do princípio de que são gastos, aproximadamente, 24 horas (23 horas, 56 minutos e 4 segundos) para que a Terra realize o movimento de rotação, ou seja, que gire em torno de seu próprio eixo, realizando um movimento de 360°. Portanto, em uma hora a Terra se desloca 15°, esse dado é obtido através da divisão da circunferência terrestre (360°) pelo tempo gasto para que seja realizado o movimento de rotação (24 h).
O fuso referencial para a determinação das horas é o Greenwich, cujo centro é 0°. Esse meridiano, também denominado inicial, atravessa a Grã-Bretanha, além de cortar o extremo oeste da Europa e da África. A hora determinada pelo fuso de Greenwich recebe o nome de GMT. A partir disso, são estabelecidos os outros limites de fusos horários.
A Terra realiza seu movimento de rotação girando de oeste para leste em torno do seu próprio eixo, por esse motivo os fusos a leste de Greenwich (marco inicial) têm as horas adiantadas (+); já os fusos situados a oeste do meridiano inicial têm as horas atrasadas (-).
Alguns países de grande extensão territorial no sentido leste-oeste apresentam mais de um fuso horário. A Rússia, por exemplo, possui 11 fusos horários distintos, consequência de sua grande área. O Brasil também apresenta mais de um fuso horário, pois o país apresenta extensão territorial 4.319,4 quilômetros no sentido leste-oeste, fato que proporciona a existência de quatro fusos horários distintos, no entanto, graças ao Decreto n° 11.662, publicado no Diário Oficial de 25 de abril de 2008, o país passou a adotar somente três.
A compreensão dos fusos horários é de extrema importância, principalmente para as pessoas que realizam viagens, contato com pessoas, relações comerciais com locais de fusos distintos dos seus, proporcionado, portanto, o conhecimento de horários em diferentes partes do globo.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
FONTE: http://www.brasilescola.com/geografia/fuso-horario.htm

sábado, 8 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

video

Grupo: Guilherme; Camila; Jorlana; Silvestre; Gravando: Stéphany Nicolini.

Estratégia Militar - Pré Sal

Descoberta muda estratégias militar e diplomática

A descoberta do pré sal e sua importânci energética e econômica produziram um novidade na estratégia da diplomacia e da defesa do Brasil: o tradicional discurso de proteção da Amazônia se modernizou e passou a ser compartilhado entre a fronteira ao norte e a fronteira marítima brasileira.

Estudos, projetos, análises geopolíticas e até entrevistas em foros internacionais agora englobam inevitavelmente o pré sal, que passou a ser também o carro chefe de política de compra de armamentos das Forças Armadas.
Apressou inclusive a aquisição de quatro submarinos convencionais do tipo Scorpéne à França e a decisão de consolidar o projeto de construção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear. Um projeto projeto a ser assinado no próximo 7 de setembro, com um horizonte de 20 anos.

“Vejos daqui e dali que reclamam da opção pelos submarinos franceses, mas fizemos todos os cruzamentos e constatamos que eles são os mais adequados à necessidade gerado pelo pré sal”, disse o ministro Nelson Jobim (Defesa).
A Marinha também decidiu negociar com a cúpula do governo a duplicação da frota de 27 navios patrulha para a costa brasileira, a um custo estimado em R$ 2,16 bilhões. Dois navios já estão em construção na Inace (Indústria Naval do Ceará), com entregas previstas para 2010, e há uma licitação para mais quatro, com 500 toneladas de peso cada um, a R$ 80 milhões a unidade.
Dos atuais 27 navios patrulha, 19 fazem a fiscalização marítima de cerca de 4,5 milhões de Km², e os demais se ocupam das bacias fluviais. A frota já é considerada pequena mesmo sem considerar novos campos.

A Marinha – que chama as águas jurisdicionais brasileiras de “Amazônia Azul” – informa que a área petrolífera que o Brasil explora é de cerca de 150.000 Km², mas a descoberta de pré sal mostrou que é preciso pensar grande e longe. Caso novas reservas forem descobertas além dos atuais limites, o Brasil não terá nem controle nem direito a usufruto.
Numa aliança entre o Itamaraty, a Defesa e a Marinha, o governo intensificou as negociações na ONU para ampliar o território marítimo brasileiro. O pedido original é de 2004 e previa mais 950.000 Km², equivalente a toda a região Sul. A ONU respondeu parcialmente a favor em 2007, deixando de fora cerca de 200.000 Km². O Brasil recorreu.
Nas avaliações do governo, todo novo movimento militar na área do Atlântico Sul é tratado como ameaça, ou no mínimo acende o sinal amarelo. É o caso de reativação da 4ª Frota da Marinha dos EUA, apesar das explicações de Washington de que se tratou de mera “medida burocrática”.

Essa frota foi criada em 1943, em ambiente de antinazismo, e desativada sete anos depois. Ressurge em um contexto da descoberta do pré sal, de fortes oscilações no preço do barril de petróleo, incertezas políticas no Oriente Médio e relações estremecidas entre os EUA e a Venezuela de Hugo Chávez.

Encaixa-se também aí, nos temores dos estrategistas brasileiros, até a recente crise aberta pela ampliação do acordo militar EUA-Colômbia, pelo qual tropas norte americanas poderão usar pelo menos três bases militares colombianas. Militares e diplomatas avaliam se o raio de ação dos equipamentos atinge ou não o pré sal. Pelo sim, pelo não, a Marinha decidiu entrar com tudo na disputa pelos repasses de royalties, acumulados de ano para ano e estimados em cerca de R$ 4,9 bilhões até 2008. Mais de 80% do petróleo brasileiro tem origem na área marítima, e a Marinha reivindica 15% a título de royalties.

O que é POLÍTICA?

O que é POLÍTICA?
Muitas vezes achamos que não cabe a nós a responsabilidade pelo que acontece em nosso bairro, em nossa cidade ou em nosso país. Afinal, o que podemos fazer? Não somos políticos; é a tais homens, eleitos pelo povo, que compete resolver os problemas. Em nenhum momento nos perguntamos: se nos tivéssemos reunido com outras pessoas para discutir os problemas que nos afetam, se nós tivéssemos rebelado de alguma forma, esses fatos estariam acontecendo? Como interferir? Como atuar para mudar essa realidade tão dura? Essas questões envolvem outra, mais ampla: o que é política?
Na vida diária, as pessoas se referem à política como a ação do Estado e da organização institucional. Assim, o termo é utilizado para descrever a atividade parlamentar de determinado político eleito ou a ação dos partidos políticos por ocasião de campanhas eleitorais ou, ainda, para se referir ao ato de votar e escolher representantes que exercerão mandato e decidirão em nome dos eleitores. A política apresenta-se como a arte de governar.
Também se emprega o termo para expressar a multiplicidade de situações em que a política se manifesta: política econômica, política sindical, política ecológica, política das igrejas. Nesse sentido, entende-se política como a atuação de instituições ou de segmentos da sociedade civil com a finalidade de alcançar determinados objetivos. Trata-se, pois, de uma política reduzida aos espaços institucionais, dos quais indivíduos participem apenas ocasionalmente.
No entanto, a política não diz respeito apenas aos políticos, mas a todos os cidadãos. Se considerarmos que a palavra política se origina do grego polis, que significa “cidade” poderemos compreender sua amplitude. A pólis era uma unidade de vida social e política autônoma, da qual os cidadãos participavam ativamente decidindo sobre os destinos da cidade. Mas só eram considerados cidadãos os homens livres, isto é, aqueles que, por possuírem escravos, estavam liberados do trabalho manual e da necessidade de suprir o sustento diário, seu e de sua família, podendo, assim, dedicar o tempo política, ao debate público sobre as questões da cidade.
No decorrer da história, a definição de política mudou, assumindo diferentes sentidos. A sociedade política moderna tem outras características, geradas por novas relações econômicas e sociais sempre renovadas.
A política apresenta-se de hoje como a arte de governar, de atuar na vida pública e gerir os assuntos de interesses comuns. Não se restringe à atividade desenvolvida no âmbito do Estado, mas faz parte da nossa vida, permeia todas as formas de relacionamento social: no trabalho, na escola, nas ruas, no lazer e até nas relações afetivas.
Política consiste no conjunto das relações
de poder vividas na sociedade.

Abaixo, postaremos as entrevistas de um funcionário da prefeitura, de um secretário, um vereador e um cidadão, onde fizemos uma única pergunta: O que é política pra você?
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Nome: Marco Antônio Ribeiro Xavier
Idade: 50 anos
Secretário de Administração.
Resposta: “Para mim, Política é a arte de governar. Governar é saber satisfazer um povo nas suas necessidades. É não brincar com os anseios deste mesmo povo. É saber gerenciar e saber delegar. É estar preparado para atender as expectativas depositadas em um único voto. É ter e ser responsável com a coisa pública.

Nome: Lilian
Idade: 38 anos
Funcionária da Prefeitura
Resposta: “A política é uma espécie de ciência, é um comportamento, é uma relação. Ela pode ser dividida, no meu pensamento, em política pública e política privada. A política privada é uma relação, que eu tenho com meus amigos, meus vizinhos, meus professores, com a comunidade em geral, com objetivo de manter um bom relacionamento com todos de forma justa e honesta, bem estar geral. Já a política pública é a relação do homem público com o homem comum, que deve ser pautada também em justiça e honestidade. É aqui que nasce a administração da nação, do bem estar comum, da paz, do desenvolvimento dos povos.




Nome: Alexandre Bonfim de Vasconcellos
Idade: 34 anos
Cidadão
Resposta: “Política é o ato de governar ou legislar para um povo que o elegeu e tornar seus desejos e anseios realidade, sem improbidade, roubos, superfaturamento entre outras coisas que acontecem muito por aí e lutando para melhorar a vida e o meio em que o povo que o elegeu melhor.

Nome: Nelson Morghetti
Vereador de Piúma
Resposta: “É a arte de inter-relação existente entre os seus humanos independentemente de fazerem ou não parte da mesma sociedade. Ela pode dividir-se de maneira diferente, como por exemplo: inter-relação entre cidadãos, inter-relação de comércio, inter-relação entre Estados, inter-relação entre governos (federal, estadual, municipal), inter-relação de poderes (legislativo, executivo, judiciário), no caso dos órgãos públicos, podendo ser institucional ou não. Há ainda a política partidária necessária para manutenção dos poderes executiva e legislativa, nascendo daí os representantes do povo responsáveis pelas políticas de gestão pública (saúde, educação, administração, meio ambiente e etc.). Para finalizar, importante seja dito, que nos termos do que se intencia a constituição federal, à de se considerar que todos os cidadãos devem exercer sua cidadania plena, uma vez que cumprido seus direitos e deveres perante a sociedade, também será imposto o máximo da Carta que diz que o poder emana do povo. Se assim for feito, políticas justas serão desenvolvidas com conseqüente resgate de dignidade do povo.
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video
http://www.youtube.com/watch?v=b3kOzTty_o4
A indiferença política

O desenteresse da maioriados individuos pelos assuntos públicos é um dos grandes problemas políticos nas sociedades modernas. Os individuos são levados ao isolamento pelo predominio de valores individualistas e de interesses estritamente particulares, assim como pela submissão ás leis do mercado e do consumo. Nesse contexto, perde-se o sentido do que é comunitário e não se percebe a importância da participação na vida coletiva. o bem público deixa de ser entendido como o bem produzido por todos para toda a sociedade; é visto como um bem que nao pertence a ninguém e, por isso, pode ser depredado ou apropriado por qualquer um. As formas de delegação do poder e disseminação de um comportamento social fortemente influenciado pelos meio de comunicação de massa contribuem para que a indiferença política se instale. Além dos que não participam por desconhecer seu papel no proscesso politico, ha os indiferentes, aqueles que compreendem a situação, mas não tomam partido e encaram a vida política com cetticismo.

*ceticismo: concepção segundo a qual o conhecimento do real é impossivel á razão humana.

Em ambos os casos, a indiferença e a consequente passividade desempenham um papel desagregador na política. Os individuos cuidam de suas atividades pessoais e deixam as decisões políticas nas mãos de pequenos grupos que, movidos por ambições e paixões particulares, traçam os destinos deum povo.
Da diferença dos individuos podem nascer a política autoritária, a corrupção e todas as formas de desmando. A falta de transparência na política e a ausência de controle e mecanismos de cobrança por parte dos cidadaos em relação a atuação dos políticos ocorrerem, em grande medida, porque muitos se omitem, tornam-se apáticos, renunciam a possibilidade de criar alternativas de intervir na política, desconhecem seus direitos e náo se empenham por realizar uma democracia autêntica.
Quando os males acontecem, os indiferentes eximem-se da responsabilidade, porque não participam ativamente na construção dos fatos. Esquecem-se de que a ausência e a omissão também são formas de paticipação. De qualquer modo, todos estão implicados.

Texto do livro: Para Filosofar - Vários autores.


Comentário:

Esse texto fala sobre um sério problema de nossa sociedade, o desenteresse público dos cidadãos pela política e pelos assuntos públicos.
Apesar de toda população estar ciente dos sérios direito e deveres de cobrarem, e cobrarem mais em relação aos assuntos publicos, mesmo assim, eles não se importam em cobrar dos direitos políticos em desempenhar seus papeis.
Além de todos saberem desse problema, mesmo assim não tomam atitude em desempenhar seu verdadeiro papel de cidadão.

Comentário feito por: Marcia, Lucas, Rafael, Jefferson, Eduarda e Tereza.

sábado, 1 de maio de 2010

Filosofia

"A Construção do sujeito moral"
Dédalo e Ícaro
Quando Dédalo que pode ser visto como o patrono dos técnicos da grande Grécia antiga, colocou em seu filho, Ícaro, as assas que tinha feito, de modo que este pudesse voar e escapar do labirinto de Creta, que o próprio Dédalo tinha inventado, disse; " voe moderadamente. Não voe muito alto, se não o sol derreterá a cera de suas asas e você cairá. Não voe muito baixo, senão as ondas do mar o apanharão". O própio Dédalo voou moderadamente, mais viu seu filho, em extase, voando muito alto. A cera derreteu e o rapaz caiu no mar. (...)
Quando você enfrenta algo que é um aventura inteiramente nova, abrindo novos espaços, quer seja uma inovção tecnologica, quer seja um modo de viver em relação ao qual os outros não podem ajudá-lo, sempre existe o perigo do entusiasmo exessivo, o negligenciar certos detelhes técnicos. Então você cai. " Este é um caminho perrigoso" , dizem os hindus. Quando seguir o rumo de seu desejo, do seu entusiasmo, de sua emoção, conserve a mente sob controle e não se deixe arrastar compulsivamente na direção do desastre.
Joseph Campbell. O poder do Mito. São Paulo: Palas Athená, 1991, p.140.


" Nós somos pais de nossa ações, mas nós também somos filhos de nossoa atos"
Aristóteles




"É injusto e imoral tentar fugir ás consequências dos própios atos. É justo que a pessoa que come em demasia se sinta mal ou jejue. É injusto que quem cede aos própios apetites fuja ás consequências tomando tônicos ou outros remédios."
Gandhi

* Uma pessoa deve arcar com as consequências de seus atos (sim ou não) ? Por quê?




( foto 1° reposta depois)
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  • Sim.Porque ela vai sentir no próprio corpo e no seu interior as consequências do excesso de sua ação.(Ubaldo Caetano Gobetti Bernardo, 40 anos)
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  • Não.Porque eu quero curtir o presente, o quê vier depois a gente resolve!(Janaína Felix,25 anos)
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  • Sim.Se você fez então esta ciente.Cada um é responsável por suas atitudes.(Celecina Maria Benevides,46 anos)
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  • Sim.Temos que ter uma vida regrada para que no futuro não soframos muito.(Luiz Polonini,51 anos)
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  • Sim.Pois ela é racional, sabe o que faz e o prazer não compensa os transtornos que se pode causar.(Maria da Penha Assunção Bernardo,43 anos).

Fotonovela : Cartismo x Ludismo



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